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Preço da cesta básica permanece estável em Poços

Preço da cesta básica permanece estável em Poços

Preço da cesta básica permanece estável em Poços
março 23
08:50 2017

Poços de Caldas, MG – O Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) divulgou a pesquisa da cesta básica realizada dia 20 de março em nove estabelecimentos da cidade.
De acordo com o levantamento, os preços dos produtos permanecem estáveis com relação à pesquisa de 21 de fevereiro. Houve aumento no mamão (R$ 1,98), café (R$0,96), tomate (R$0,72), achocolatado (R$0,31) e sabão e barra (R$0,46). Tiveram baixa de preços a maçã (R$4,45), feijão carioca (R$0,31), arroz tipo 1 5kg (R$0,34) e creme dental (R$0,17). Acumulado do ano -0,64%.
Com relação às carnes, tiveram aumento a costela bovina (R$0,84), pernil sem osso (R$0,50) e coxão mole (R$0,42) e houve redução de valores no lombo (R$ 1,32), filé de frango (R$0,99) e peito de frango (R$ 0,46). Acumulado do ano -4,77%.
Dieese
Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o custo da cesta básica diminuiu na maioria das capitais. Em fevereiro, o custo do conjunto de alimentos essenciais diminuiu em 25 das 27 capitais do Brasil, segundo dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Dieese. As retrações mais expressivas ocorreram em Manaus (-5,14%), Maceió (-5,10%),
Porto Alegre (-4,00%), Brasília (-3,71%) e Rio de Janeiro (-3,55%). As elevações foram anotadas em Natal (0,59%) e São Luís (0,14%).
Apesar do decréscimo de -4,00%, a cesta mais cara foi a de Porto Alegre (R$ 435,51). Florianópolis (R$ 434,13) foi a segunda capital com maior custo do conjunto de bens alimentícios básicos, seguida de São Paulo (R$ 426,22) e do Rio de Janeiro (R$ 424,55). Os menores valores médios foram observados em Rio Branco (R$ 330,58) e Recife (R$ 344,06).
Em 12 meses, 11 cidades acumularam alta. As elevações mais expressivas foram observadas em Maceió (6,89%), Natal (5,99%) e Porto Alegre (4,48%). As reduções foram anotadas em 16 cidades, com destaque para Manaus (-14,26%) e Boa Vista (-9,04%). Nos dois primeiros meses de 2017, todas as capitais acumularam queda, exceto Fortaleza (1,96%).
Destacaram-se as taxas negativas de Rio Branco (-14,01%), Cuiabá (-7,45%) e Boa Vista (-7,16%).
Com base na cesta mais cara, que, em fevereiro, foi a de Porto Alegre, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário. Em fevereiro de 2017, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.658,72, ou 3,90 vezes o mínimo de R$ 937. Em janeiro de 2017, o piso mínimo necessário correspondeu a R$ 3.811,29, ou 4,07 vezes o mínimo. Em fevereiro de 2016, o salário mínimo necessário foi de R$ 3.725,01, ou 4,23 vezes o piso vigente, que equivalia a R$ 880.

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