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ETE-1 conclui 95% das obras sob administração do DMAE

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ETE-1 conclui 95% das obras sob administração do DMAE

ETE-1 conclui 95% das obras sob administração do DMAE
novembro 15
14:00 2017

A Estação de Tratamento de Esgoto (ETE-1), no bairro Córrego D’Antas, na zona rural está com 95% das obras civis concluídas. Os trabalhos estão sob a responsabilidade do Departamento Municipal de Água e Esgoto (DMAE), desde maio deste ano, quando foi rompido o contrato com a empreiteira até então responsável pelos serviços.

O diretor do departamento, Antônio Menezes, informou ao vice-prefeito Flávio Faria nesta terça-feira, 14, que o projeto está orçado em R$ 12 milhões, com valores financiados pela Caixa Econômica Federal e contrapartida do DMAE, de 45% do total. Falta, agora, a compra de equipamentos específicos, que será feita por licitação, com valor orçado em R$ 2 milhões.

Com a conclusão da ETE-1, Poços de Caldas vai coletar 100% e tratar cerca de 60% do esgoto produzido na cidade, inclusive da zona rural. A expectativa é que a obra esteja concluída no final de 2018. O restante já é processado na ETE-3, na Rodovia do Contorno, que trata todo o esgoto produzido na região sul da cidade.

A área externa da ETE 1 já teve o projeto de iluminação executado. A próxima fase será dedicada a urbanização externa, com a construção das áreas de circulação de pessoas e veículos e definição do projeto paisagístico.

Já foram plantadas 2.500 árvores, formando uma cortina natural, que têm a função de auxiliar na contenção do odor. Menezes diz que a eliminação do mau cheiro, produzido pelos gases do esgoto, é também preocupação do prefeito, Sérgio Azevedo, e do vice, Flávio. Segundo o diretor, estão sendo analisadas várias alternativas tecnológicas, visando encontrar o melhor sistema para resolver a situação.

Benefícios

O diretor do DMAE, Antônio Menezes, avalia que Poços passará a integrar o seleto grupo dos 15% de municípios brasileiros, que tratam altos níveis percentuais de esgoto. Para ele, A ETE 1 é a maior obra atualmente, seja na questão de investimento financeiro, como também em meio ambiente. “Com isso, estamos resolvendo, ainda, um passivo ambiental de muitos anos, que temos com outras comunidades vizinhas”, lembrou.

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