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Projeto da Casa da Árvore ganha destaque na SBPC

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Projeto da Casa da Árvore ganha destaque na SBPC

julho 24
09:51 2017

As inovações e impactos sociais dos projetos da ONG Casa da Árvore na formação de leitores para o século XXI tiveram destaque no ciclo de conferências “Educação que melhora a qualidade de vida”, realizado na 69ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). O encontro aconteceu no último dia 20 de julho, no campus da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte, e foi promovido em parceria com a Fundação Péter Murányi.

A Casa da Árvore foi representada por Aluísio Cavalcante, coordenador de projetos e inovação da ONG, que atualmente promove na biblioteca da Urca, em Poços de Caldas (MG), o projeto BiblioArte LAB, laboratório com atividades envolvendo literatura e tecnologia. Além de Aloísio, o evento contou ainda com a participação dos conferencistas Roseli de Deus Lopes (USP) e Cláudio Rocha dos Santos Jacintho (Ipoema), ambos responsáveis por outros projetos finalistas do Prêmio Péter Murányi 2017 – Educação.

“É sempre válida a oportunidade de compartilhar aquilo que descobrimos e aplicamos através de nossos projetos sociais. A Reunião da SBPC é um evento muito significativo para a ciência brasileira. É muito bom fazer parte disso, ainda mais falando sobre a inovação nas práticas de incentivo à leitura, um dos conceitos que norteiam a Casa da Árvore. Esse alinhamento entre a literatura e a cultura digital é indispensável para enfrentar essa crise nos índices de leitura pela qual passa o país”, afirmou Aluísio.

Formando novos leitores

Durante sua participação na conferência, Aluísio destacou os resultados obtidos com o projeto “E se eu fosse o autor?”, que fez uso criativo das tecnologias digitais para formar novos leitores. “Quando inserimos com consciência os jovens no universo digital, percebemos o quanto eles passam a compreender os processos de produção e difusão de informações nesse ambiente. A partir daí, eles passam a fazer uma leitura mais crítica e sensível do mundo ao seu redor”, explica.

Os dados e reflexões surgidos a partir do “E se eu fosse o autor?” acabaram tornando-se o embrião para o BiblioArte LAB, que pode ser definido como um laboratório comunitário de inovação em práticas de leitura e formação de leitores. Desde que começou suas atividades na biblioteca da Urca, no início de 2016, o BiblioArte LAB tem contribuído para ressignificar o local entre o público adolescente, que ali desenvolve suas habilidades graças a projetos experimentais de fomento à leitura.

O BiblioArte LAB funciona em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura, tem patrocínio do programa Iberbibliotecas e conta ainda com o apoio do Instituto Alcoa e DME. Desde março de 2017, vem ampliando suas ações para outras bibliotecas municipais e escolares além da Urca. Para mais informações sobre como participar e para acompanhar o dia a dia dos participantes, basta acessar a página do projeto no Facebook (www.facebook.com/biblioartelab).

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