Vacina contra o Sarampo permanece disponível nas 20 salas de Poços

Vacina contra o Sarampo permanece disponível nas 20 salas de Poços

Vacina contra o Sarampo permanece disponível nas 20 salas de Poços
dezembro 04
12:18 2019

O cartão de vacinação dos três filhos da dona de casa Dayane Aparecida Silvério, 26, já estava em dia, mas ela aproveitou o sábado para tomar a dose contra o sarampo. “Durante a semana é corrido, sábado foi melhor pra vir”. As salas de vacinação da Regional Sul, Regional Leste, Policlínica Central e UBS São Jorge abriram no último sábado, 30, para o Dia D contra o Sarampo. “Tivemos um movimento bastante tranquilo, com a aplicação de 40 doses, somando o atendimento das quatro salas. A campanha de maneira geral foi tranquila, porque se tratou de uma intensificação, de uma segunda chamada para quem ainda não estava com a vacinação em dia. As doses continuam disponíveis e quem tem dúvida se precisa ou não tomar esta ou outra vacina, deve ir a uma de nossas salas, com a carteira de vacinação”, explicou Gisele Scatola, referência técnica de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde. Os secretários de Saúde percorreram as salas de vacina no último sábado, para conversar com as equipes e com os pacientes. “Nosso setor de epidemiologia é muito atuante e prova disso são estas campanhas que facilitam o acesso da população”, disse Carlos Mosconi. “Temos 20 endereços para atendimento em todos os pontos da cidade, além do trabalho realizado na zona rural. É muito importante que a população aproveite esta estrutura e participe das ações”, complementou Flávio Togni de Lima e Silva.

Quem deve Vacinar

Todas as pessoas até os 49 anos que não tenham o registro da vacina contra o sarampo em suas carteiras de vacinação, precisam receber a vacina. Quem não tomou a vacina quando criança, até os 29 anos, deve receber duas doses da tríplice. Dos 30 aos 49 anos é recomendada dose única. Além disso, profissionais de saúde também devem ser vacinados, independentemente da idade. É importante levar o cartão de vacinação.

Na primeira fase da Campanha, realizada em outubro, crianças de 6 meses a 5 anos de idade incompletos foram o grupo atendido, por serem o mais vulnerável, já que bebês de até um ano apresentam índice de incidência de sarampo 12 vezes maior que as demais faixas etárias. Quem já teve sarampo não precisa tomar a vacina porque a imunidade decorrente da invasão persiste para o resto da vida.

Não há meta para a vacinação de adultos. Até o mês de outubro, a cobertura vacinal de crianças estava em 84,3% para a primeira dose, e em 74% para a segunda dose.

Casos

A Vigilância Epidemiológica notificou até o momento, 52 casos. 42 foram descartados por sorologia. Um caso foi confirmado, com histórico de deslocamento para São Paulo e nove permanecem em investigação. A transmissão é viral e ocorre diretamente de

pessoa a pessoa por tosse, espirros, fala ou respiração. A doença é transmitida na fase em que a pessoa apresenta febre alta, mal-estar, coriza, irritação ocular, tosse e falta de apetite e dura até quatro dias após o aparecimento das manchas vermelhas no rosto, que progridem em direção aos pés, com duração mínima de três dias. Por isso, é fundamental, tendo os primeiros sintomas, procurar a unidade básica de saúde ou um serviço de pronto atendimento, o mais rápido possível. Também são comuns lesões muito dolorosas na boca. A doença pode ser grave, com acometimento do sistema nervoso central e pode complicar com infecções secundárias como pneumonia, podendo levar à morte

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